O Carnaval de Rua Carioca.

Bela festa para enxergar o que sempre esteve ali.
Bela festa para transgredir.
Dias raros para aprender a amar mais o outro.

Carnaval de rua, trabalho para alguns, transgressão para outros.
Idealização anual de uma inclusão que ainda não é cotidiana.
Que longo tem sido o caminho para a inclusão.

Inclusão do respeito por quem, com sua cultura,
reinventou o Carnaval que chegou com as grandes navegações.
Um Carnaval tecido pela cultura africana e indígena,
herança que transborda, mas que para muitos ainda é invisível.

O povo que nos moldou, que resistiu, que sofreu,
e que foi deixado à deriva em 1888.
Relíquia encontrada, mas ainda não suficientemente reverenciada.

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